Portugal Fashion Day 3

Mais um dia de Portugal Fashion, e desta vez de volta à Alfândega. As expectativas para este dia eram altas, já que incluem alguns dos criadores nacionais favoritos. Deixo-vos por isso com imagens dos meus favoritos de cada um. Foi muito complicado escolher apenas algumas, pelo que criei álbuns com fotos tiradas durante os desfiles na página de facebook do blog.

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Elsa Barreto


O Drama de Elsa Barreto iniciou aquele que foi o meu segundo dia desta edição de Portugal Fashion. As cores escuras como bordeaux, azuis e preto conjugaram-se com o rosa claro em tecidos fluidos e rendas combinados com texturas e tecidos mais pesados, como o pêlo.
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Esta edição de Portugal Fashion incluiu também uma exposição de jóias que contou com a participação de 10 expositores com criações nacionais.

[caption id="attachment_6357" align="alignnone" width="1024"]Expositor Rosior (José Rosas), um dos 10 expositores presentes nesta exposição. Expositor Rosior (José Rosas), um dos 10 expositores presentes nesta exposição.[/caption]

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Carlos Gil


O estilista do Fundão surpreendeu com a sua coleção Ecletic. Ao primeiro esta coleção poderia ser facilmente confundida com uma coleção de primavera devido às várias cores conjugadas, desde as sólidas às pastel. Esta ideia era quase imediatamente afastada pela sobreposição de casacos assim como casacos com pêlo. O estilista quis transpor a imagem de uma pijama party, visível nos sleepy dresses, aplicações com rendas ou mesmo os tecidos mais fluidos. Para mim foi mesmo um dos favoritos da noite.

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Diogo Miranda


Já não é a primeira vez que Diogo Miranda se inspira num arquiteto para desenvolver a sua coleção. Desta vez, a sua inspiração foi em Josef Hoffmann, um arquiteto austríaco conhecido pelas suas formas geométricas simples. E o resultado só poderia ser esse mesmo: linhas retas e formas geométricas em cores neutras conjugadas apenas por cores como marfim e azul riviera.

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Luís Onofre


É impossível ver Luís Onofre sem secretamente desejar vários itens da coleção. Desde malas até botas, botins, sandálias com grande destaque para as over the knee boots, díficil mesmo é ficar indiferente. A conjugação das cores o preto predominava sendo que não faltou o burgundy, cor de outono por excelência, verde bosque que é nada mais que um verde fechado e lindo para as estações mais frias em contraste com tons quentes como o mel ou o rosa claro. Nos materiais não poderia faltar a camurça, que adorei ver no tom verde escuro conjugadas com pêlo e cristais Swarovski, que tornam o calçado ainda mais elegante. Destaque ainda para os detalhes em dourado, incluindo umas sandálias lindas com o coração de Viana.
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Miguel Vieira


Para terminar o dia Miguel Vieira apresenta a sua coleção COR. Cor era na verdade o que não faltava, sendo duas das cores predominantes altamente improváveis como é o caso do amarelo mostarda e o azul olimpo que mistura o azul cobalto com tons de safira. Através da simbologia da cor, o criador pretende mostrar como estas transmitem energia e permite-nos associar a cada uma delas um estado de espírito ou um sentimento. à alegria e energia do amarelo mostarda e calma, lealdade, sabedoria e confiança dos azuis juntam-se o mistério, poder e elegância do preto e a inocência, pureza e perfeição do branco. Tudo isto em malhas volumosas tricotadas à mão, ombros descaídos e ombros estruturados, aplicações de pêlo, tecidos personalizados, lenços.
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